quarta-feira, 18 de junho de 2014

Range Rover Sport

Range Rover Sport RS aparece em prévia

Novo Land Rover aparece muito rapidamente em vídeo feito durante o teste em Nürburgring, na Alemanha

Novo Land Rover aparece rapidamente em vídeo feito durante o teste em Nürburgring, na Alemanha - Reprodução
Reprodução
Novo Land Rover aparece rapidamente em vídeo feito durante o teste em Nürburgring, na Alemanha
A Land Rover lançou um vídeo como prpevia do Range Rover Sport RS, que deve ser apresentado em breve.
O filme, porém, não mostra muita coisa, além da passagem de um vulto pela pista de Nürburgring, na Alemanha. Congelando a imagem, vemos um veículo disfarçado, com pouquíssima definição.
O que se sabe, por enquanto, é que o novo modelo virá com potência adicional de 39 cv e torque acrescido em 5,6 mkgf, em relação a versão com motor Supercharged. Isso quer dizer que o V8 de 5.0 litros vai chegar a 542 cv de potência, com torque de 69,34 mkgf. A estimativa é que o números permitam a aceleração de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos e velocidade final de 265 km/h.
Com tração nas quatro rodas, o Ranger Rover Sport RS deve chegar às lojas ainda no final de 2014.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Computadores de bordo

Como Funcionam os computadores de bordo

por SPEED News

A cada ano que passa, os carros parecem estar mais complicados. Os carros de hoje podem ter aproximadamente 50 microprocessadores. Apesar de muitos microprocessadores tornarem mais difícil de se mexer no carro, alguns na verdade facilitam o serviço.


Alguns dos principais motivos do aumento do número de microprocessadores são:

a necessidade de sofisticados controles do motor para atender padrões de emissão e consumo de combustível
diagnósticos avançados
simplificação da manufatura e do projeto dos carros
redução da quantidade de fios nos carros
novas características de segurança
novas características de conforto e conveniência

Antes das leis de emissão entrarem em vigor, era possível construir um motor de carro sem microprocessadores. Com a lei cada vez mais rígida quanto às emissões de poluentes, esquemas de controles sofisticados foram necessários para regular a mistura ar-combustível de maneira que o catalisador possa remover grande parte da poluição do escapamento.


Controlar o motor é o trabalho mais intenso do computador em seu carro e a unidade de controle eletrônico (ECU) é o computador mais potente na maioria dos carros. A ECU usa controle de retroalimentação do circuito, método que monitora as saídas e entradas de um sistema para ter um controle efetivo desse sistema, gerenciando as emissões e o consumo de combustível do motor (assim como um hospedeiro de outros parâmetros). Juntando os dados dos vários diferentes sensores, a ECU sabe de tudo, desde a temperatura da água do radiador até a quantidade de oxigênio no escapamento. Com isso, executa milhões de cálculos a cada segundo, incluindo a observação de valores em tabelas e cálculos dos resultados de equações longas para decidir qual é  o melhor avanço de ignição e determinar por quanto tempo o injetor de combustível deve ficar aberto. A ECU faz tudo isso para assegurar uma emissão mais baixa e obter uma melhor quilometragem. Veja Como funcionam os sistemas de injeção eletrônica para obter mais detalhes sobre o que faz uma ECU.








Uma ECU moderna pode ter um processador de 40 MHz e 32 bits. Isto pode não parecer rápido comparado com o processador de 500 a 1000 MHz que você provavelmente tem em seu PC, mas lembre-se que o processador do seu carro usa um código muito mais eficiente do que o do seu computador. O tamanho médio do código em uma ECU usa menos de 1 megabyte (MB) de memória. Comparado a isso, você provavelmente tem pelo menos 2 gigabytes (GB) de programas em seu computador - isso equivale a 2 mil vezes a quantidade em uma ECU.

Componentes da ECU


O processador é instalado em um módulo com centenas de outros componentes em uma placa de circuitos multicamadas. Alguns dos outros componentes que auxiliam o processador em uma ECU são:
  • Conversores analógico-digitais - estes dispositivos lêem alguns sensores do carro, como o de oxigênio. A saída de um sensor de oxigênio é uma voltagem analógica, normalmente entre 0 e 1,1 volts (V). O processador só entende números digitais, assim o conversor analógico-digital muda esta voltagem para um número digital de 10 bits.

  • Saída digital de alto nível - em muitos carros modernos, a ECU ativa as velas de ignição, abre e fecha o injetor de combustível e liga e desliga o ventilador. Todas essas tarefas exigem saídas digitais. Uma saída digital fica ligada ou desligada - não há meio termo. Por exemplo, uma saída para controlar o ventilador de resfriamento pode fornecer 12 V e 0,5 ampères para o relé do ventilador quando está ligado, e 0 V quando está desligado. A saída digital é como um relé. A pequena quantidade de energia que o processador libera energiza o transistor na saída digital, permitindo que seja fornecida uma quantidade bem maior de energia para o relé do ventilador de resfriamento, que por sua vez fornece uma quantidade ainda maior de energia para o ventilador.

  • Conversores digital-analógicos - algumas vezes, a ECU tem que fornecer uma saída de voltagem analógica para acionar alguns componentes do motor. Como o processador na ECU é um dispositivo digital, ele precisa de um componente que possa converter um número digital em uma voltagem analógica.
      
    Condicionadores de sinal - algumas vezes, as entradas ou saídas precisam ser ajustadas antes de serem lidas. Por exemplo, o conversor analógico-digital que lê a voltagem do sensor de oxigênio pode ser ajustado para ler um sinal de 0 a 5 V, mas o sensor de oxigênio libera um sinal de 0 a 1,1 V. Um condicionador de sinal é um circuito que ajusta o nível dos sinais que entram e saem. Por exemplo, se usássemos um condicionador de sinal que multiplicasse por 4 a voltagem vinda de um sensor de oxigênio, teríamos um sinal de 0 a 4,4 V, o que permitiria que o conversor analógico-digital lesse a voltagem com mais precisão.

  • Chips de comunicação - estes chips implementam os vários padrões de comunicação que são usados em carros. Há vários padrões em uso, mas o que mais usado nas comunicações em carros é chamado CAN (rede de controle de área). Este padrão permite comunicação com velocidade de até 1 megabit por segundo (Mbps). É muito mais rápido do que os antigos. Essa velocidade está se tornando necessária porque alguns módulos enviam dados para o barramento centenas de vezes por segundo. O barramento CAN envia dados usando dois fios.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Shelby

Shelby coloca à venda conceitos raros 

por REDAÇÃO    

Modelos foram desenvolvidos pela empresa como protótipos de homologação, alguns nunca saíram do conceito

A Shelby American, empresa fundada pela lenda Carroll Shelby se mudou para uma nova sede nos Estados Unidos e resolver abrir mão de alguns conceitos e protótipos desenvolvidos ao longo dos anos. 
 
No total, onze modelos estão sendo vendidos para, segundo o comunicado, "abrir espaço para novos carros favoritos", como costumava dizer Carroll Shelby.

sábado, 14 de junho de 2014

Le Mans

Le Mans é festa disfarçada de corrida

Prova de 24 horas na França é a Woodstock da velocidade
Prova das 24 Horas de Le Mans reúne apaixonados por automobilismo e traz opções de lazer e entretenimento no coração da cidade francesa
Foto: Diego Ortiz/Estadão
Há muitas corridas de carros espalhadas pelo mundo, mas poucas são como as 24H de Le Mans, na França. Com longa duração e incrustada no meio da cidade de mesmo nome, na região de Sarthe, a prova reúne tudo que há de melhor em tecnologia automotiva. Sabe aquele papo de que categorias topo do automobilismo são laboratórios para as ruas? Em Le Mans isso é a mais pura verdade, prova disso é que os modelos mais rápidos da pista são chamados de protótipos, criados somente para 24H, e são híbridos, tecnologia apontada por especialistas como o futuro da mobilidade mundial.
Mas além da corrida, que até o momento desta publicação (com cinco horas de prova) estava sendo liderada pela Toyota, seguida de Audi e Porsche, há para convidados e pagantes de ingresso que passam o dia, noite e madrugada vendo a corrida variadas opções de entretenimento. 
Para quem tem o bolso menos sensível, lojas e mais lojas de artigos com temas automobilísticos tentam te fisgar a cada esquina. Também são variadas as barraquinhas de comida francesa, ou seja, pão, presunto e queijos, muitos queijos deliciosos. Passeios de helicóptero, pelos boxes, corridas de kart e um mini parque de diversões fecham a parte chique - e com ingressos caros - de Le Mans. Há também na área do circuito um museu com carros que venceram a prova em suas 82 edições realizadas, contando com a deste ano.
Mas, mesmo com todas essas opções, ninguém desgruda os olhos da pista, vista por telões espalhados em pontos-chave. O objetivo é sempre a velocidade dos carros, a projeção da vontade de estar pilotando os carros. Quer um fato que comprava isso? Lá vai: durante a exibição no telão, antes corrida, do filme Rush, que conta a rivalidade de Niki Lauda e James Hunt na F-1, pessoas choraram na cena em que o piloto se acidenta em Nurbrurgring. Assim é Le Mans, um templo de devoção à adrenalina das pistas.

Mercedes

Mercedes divulga dados do motor AMG GT

Marca revelou detalhes do propulsor do novo esportivo, cujas vendas começam em março de 2015

Motor V8 4.0 biturbo desenvolve 510 cv de potência - Mercedes-Benz/Divulgação
Mercedes-Benz/Divulgação
Motor V8 4.0 biturbo desenvolve 510 cv de potência
A Mercedes-Benz divulgou as especificações do motor que estará no seu novo superesportivo, o AMG GT, substituto do SLS AMG, cuja apresentação está programada para o Salão de Paris, em outubro. 
Batizado com o código M178, o propulsor V8 biturbo de 4,0 litros tem potência de 510 cv a 6.250 rpm e torque de 66,2 mkgf, que surge entre 1.750 rpm e 4.750 rpm.
As paredes dos cilindros são revestidas de nano-slides, tecnologia que diminui sensivelmente o atrito e permite a lubrificação por cárter seco. Com peso seco de 209 kg, o motor tem cabeçote de liga de zircônio, metal utilizado até em reatores nucleares por sua resistência e condutividade térmica.  
Esse propulsor chega às ruas em março de 2015, quando começam a ser entregues as primeiras unidades do novo esportivo, que será ligeiramente menor que o SLS AMG e brigará diretamente com o Porsche 911. Posteriormente, ele equipará também a família C 63 AMG, nas versões sedã, cupê e perua.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Ford

Ford pode retornar à Le Mans

Volta da Ford à 24 Horas de Le Mans pode coincidir com estreia de 'Go Like Hell', sobre rivalidade com a Ferrari7
por REDAÇÃO
GT40 de 1967, na primeira vitória da Ford. Na foto abaixo, marca lidera corrida contra a Ferrari - Ford/Divulgação
Ford/Divulgação
GT40 de 1967, na primeira vitória da Ford. Na foto abaixo, marca lidera corrida contra a Ferrari
 Era uma vez uma grande rivalidade, no cenário romântico dos anos 60, envolvendo duas grandes forças do mundo do automóvel. De um lado, os americanos, liderados pelo lendário Carroll Shelby e tendo como arma o mitológico Ford GT40. Do outro, os italianos, comandados por Enzo Ferrari, proprietário da mais tradicional marca do universo do automobilismo. Tudo isso em um dos grandes templos do esporte a motor.
A rivalidade entre Ford e Ferrari nos anos 60, na 24 Horas de Le Mans, vai virar filme. "Go Like Hell", ainda sem título em português, terá como tema central essa disputa. Tom Cruise interpretará Shelby. A estreia está prevista para 2016, mesmo ano em que, de acordo com fontes, uma marca americana retornará à mais tradicional corrida de longa duração do mundo - que faz parte do Campeonato Mundial de Endurance.
Há três grandes marcas americanas, e a única que tem tradição nas pistas de Le Mans é a Ford. Assim, é grande a chance de que esse retorno seja da montadora fundada por Henry Ford. A fabricante venceu a corrida francesa entre 1966 e 1969, quebrando um longo período de domínio da Ferrari, que, de 1957 a 1965, conquistou oito das nove edições realizadas. 
A marca pode retornar no momento em que a corrida de longa duração, assim como o Mundial de Endurance do qual faz parte (que inclui uma corrida no Brasil), vive um grande momento. Após perder participação das grandes marcas que fizeram sua história e ser denominada, na última década, pela Audi, a prova de Le Mans volta a receber investimento das montadoras.
Desde 2012, a Toyota participa, junto com a Audi, da 24 Horas de Le Mans. Neste ano, a Porsche, maior vencedora da prova francesa (com 16 vitórias), voltou a ter equipe oficial. Para 2015, a Nissan anunciou que passará a competir na categoria LMP1, a principal, na qual estão Audi, Toyota e Porsche.
GRANDE RIVALIDADE
A batalha entre Ford e Ferrari começou fora das pistas. Em 1963, a italiana queria vender suas operações deautomóveis para se concentrar nas pistas. Enzo Ferrari ofereceu a montadora à Ford, na época comandada por Henry Ford II, herdeiro do fundador da marca.
Um pré-acordo foi fechado e a Ferrari seria adquirida pela Ford por US$ 10 milhões. Porém, a imprensa italiana iniciou uma campanha contra o negócio, sob o pretexto de que um patrimônio italiano, a Ferrari, não poderia ser vendido aos americanos.
Os executivos da Ford se dirigiram à Maranello, sede da Ferrari, para fechar o negócio. Mas, na reunião quemarcaria a compra, Enzo Ferrari desistiu de vender sua companhia.
Henry Ford II não deixou barato. Prometeu derrotar a Ferrari nas pistas e, para isso, contratou Carroll Shelby para dirigir o programa de automobilismo da montadora voltado à 24 Horas de Le Mans.
Com o Ford GT40, a Ford obteve quatro vitórias em Le Mans, dominando a prova durante a segunda metade dos anos 60 e cumprindo a promessa de derrotar a Ferrari - que, por sua vez, tem ao todo nove títulos.
Na década seguinte, no entanto, outra rivalidade se destacou em Le Mans: Ferrari x Porsche. Essa briga, aliás, foi tema de outro filme, "As 24 Horas de Le Mans", com Steve McQueen.
Apesar de o retorno da Ford ser provável, a rivalidade na pista dificilmente será revivida. O programa de Le Mans exige alto investimento e, apesar de constantes rumores sobre o retorno da Ferrari à corrida francesa, a italiana, hoje comandada pela Fiat, deve continuar destinando seus investimentos à Fórmula 1.
Assim, as décadas de 10 e 20 deste século vão presenciar outras rivalidades, de Ford contra Audi, Porsche, Toyota ou Nissan. Os próximos anos prometem ser emocionantes na 24 Horas de Le Mans.

Batmóvel Chinês

Chinês constrói seu próprio Batmóvel

Réplica do carro usado em 'Batman: O Cavaleiro das Trevas' custou o equivalente a R$ 26 mil
por SPEED News
Batmóvel chinês (acima) não tem motor. Abaixo, a versão original do carro - Fotos: Reprodução
Fotos: Reprodução
Batmóvel chinês (acima) não tem motor. Abaixo, a versão original do carro
 
Um empresário chinês de 26 anos reuniu quatro amigos para construir sua própria versão do Batmóvel. O modelo é uma réplica do carro de "Batman: O Cavaleiro das Trevas", de 2008, no qual Christian Bale interpretou o "Homem Morcego".
Li Weilei, o "pai" do projeto, não revelou muitos detalhes sobre a réplica. Contou, no entanto, que ele não tem motor e que gastou o equivalente a R$ 26 mil em sua construção.
O Batmóvel chinês ficou exposto em uma rua de Xangai, onde essas fotos foram produzidas e caíram nainternet. Confira as imagens do carro









Porsche Macan

Macan é utilitário que honra nome esportivo

Avaliamos o novo jipão da Porsche, que chega ao Brasil com duas versões de motor e parte de R$ 399 mil
por REDAÇÃO
Macan S tem 340 cv. Motor da versão Turbo é de 400 cv - Fotos: Porsche/Divulgação
Fotos: Porsche/Divulgação
Macan S tem 340 cv. Motor da versão Turbo é de 400 cv
 Se o Cayenne é um cavalheiro, de terno bem cortado, barba feita e modos impecáveis, o Macan é um jovem descolado, intransigente, de personalidade forte e incapaz de fazer uma aparição sem ser notado. “Irmão” menor do Porsche mais vendido do mundo, o novo utilitário-esportivo chega ao País com tabela a partir de R$ 399 mil (versão S) para dar um ar de descontração à marca. Ele é lindo de se ver e uma delícia de se guiar.
Dito isso, nem tudo são virtudes. Seu maior defeito é o preço, que chega a R$ 499 mil na configuração Turbo. 
Alguns vão dizer: “É um Porsche”. Ainda assim, o Macan de entrada é mais caro que o Cayenne V6, que sai a R$ 349 mil.
A favor do novato pesa o fato de ele vir com suspensão a ar, recurso que o Cayenne mais simples não tem. Além disso, o 3.0 V6 biturbo da versão S rende 340 cv, ante os 300 cv do propulsor do Cayenne – o do Macan Turbo, 3.6, tem 400 cv.
Por último, mas talvez este seja o aspecto mais importante, o caçula é “muito mais Porsche” que o veterano, tanto no desenho quanto na dirigibilidade.
O Macan é baixo, tem dianteira que lembra a do 911 e linhas laterais que remetem às de cupês. Na traseira, as lanternas fundas, com centro em alto relevo, conferem personalidade bem marcante. O conjunto transmite aesportividade que se espera dos Porsche.
Na hora de dirigir, o comportamento do Macan condiz com o belo corpo. A posição de guiar é mais baixa do que na maioria dos utilitários-esportivos, além de levemente inclinada, como a de um cupê.
Seu volante pequeno e achatado inspira esportividade e traz hastes para trocas de marcha do câmbioautomatizado de sete marchas e duas embreagens.
A transmissão, que alia rapidez e conforto, é um dos ingredientes que fazem a versão avaliada, S, parecer ter mais que seus 340 cv. Contribui para isso o torque de 46,9 mkgf, disponível já a 1.450 rpm. Além disso, a tração é 4x4 permanente. 
Tudo somado, não surpreende que para ir de 0 a 100 km/h sejam necessários meros 5,4 segundos, conforme dados da fábrica, tempo no qual as costas do motorista são projetadas contra o encosto do banco.
Faltou um ronquinho mais esportivo, porém. O silêncio impera a bordo e, mesmo nas acelerações e retomadas fortes, o ruído do motor não empolga. Mas isso não impede o Macan de deixar todo mundo para trás. 
Dá para optar entre os modos de condução Sport e Sport Plus, acionados por meio de teclas no console central, que é alto e repleto de botões. O sistema permite ajustar o câmbio, que passa a fazer trocas mais rápidas, o modo de entrega da potência, a altura da suspensão e a rigidez dos amortecedores.
A impressão é de estar em um carro baixo, esportivo de verdade. O motorista passa a sentir mais o contato dos pneus com o solo, mas tem em mãos um veículo firme, sem oscilações em altas velocidades, pronto para entrar em curvas sem medo. 
No modo normal, o Macan é dócil e confortável, parece andar sobre trilhos e é muito bom para levar as famílias. Atrás, há bom espaço para três pessoas e saídas de ar exclusivas, além de acabamento primoroso, de nível bem acima do visto na cabine de outros utilitários de luxo alemães.
Entre os equipamentos de destaque estão os faróis com iluminação que acompanha a trajetória do carro em curvas, controlador de velocidade adaptativo, com função de aciona os freios se “perceber” a iminência de colisão, aviso de mudança de faixa e porta-malas com abertura automática. 
FICHA TÉCNICA
PORSCHE MACAN S
Preço sugerido – R$ 399 mil
Motor – 3.0 biturbo, V6, 24V, gasolina
Potência – 340 cv a 5.500 rpm
Torque – 46,9 mkgf a 1.450 rpm
Câmbio – Automatizado, sete marchas
0 a 100 km/h – 5,4 segundos
Velocidade máxima – 254 km/h
Comprimento – 4,7 metros
Entre-eixos – 2,8 metros
Largura – 1,92 metro
Peso – 1.865 quilos
Porta-malas – 500 litros
Tanque – 65 litros