segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

LAMBORGUINI

cliente recebe Lamborghini em casa

Apenas três unidades do superesportivo foram produzidas no mundo
Veneno tem motor V12 de 6.5 litros que produz 750 cv - Lamborghini/Divulgação

Lamborghini/Divulgação
Veneno tem motor V12 de 6.5 litros que produz 750 cv
Um Lamborghini já costuma chamar a atenção quando passa na rua. Mas o dono do exclusivíssimo Veneno deixou curiosos de boca aberta quando seu modelo foi entregue pela marca italiana na porta de casa. O executivo americano Kris Singh, ao lado da produtora duPont, resolveu registrar a chegada de seu novo "brinquedo" em um vídeo. 
Comprado por 3 milhões de euros, cerca de R$ 9,9 milhões, o Veneno entregue em Miami é o segundo dos três modelos produzidos, todos já vendidos. Originalmente, Singh queria comprar um Aventador J Speedster, mas não conseguiu. Logo tentou o Veneno, produzido pela Lambo para celebrar o 50 º aniversário da marca. 
O Veneno é equipado com motor V12 de 6.5 litros que produz 750 cv. O motor está conectado a uma transmissão de sete velocidades e a um sistema de tração. O zero a 100 km/h é cumprido em 2,8 segundos, enquanto a velocidade máxima é de 355 km/h. 
VÍDEO (http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ZoMnrhkZP2Y)

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

TRÊS É O NÚMERO MÁGICO

Porta sobressalente chegou ao Brasil em 1957 com a VW Kombi e agora está virando 'moda'

Mais novo modelo com essa característica é a Strada - Divulgação/Fiat

Não faz muito tempo que falar sobre carros de três portas era como fazer propaganda involuntária para a Hyundai. O Veloster, lançado no Brasil em outubro de 2011 (importado da Coreia do Sul), fez uma bagunça quando estreou mundialmente, em janeiro daquele mesmo ano, durante o Salão de Detroit, nos Estados Unidos.
Porém, agora a Fiat também decidiu investir nessa solução, lançando este ano na picape Strada de cabine dupla. Vale lembrar que esta também foi a primeira do segmento – e por enquanto é a única – a trazer bancos traseiros, novidade apresentada em 2009.

BELEZA E PRATICIDADE
No Hyundai Veloster, o desenho é inspirado no de motocicletas esportivas – projeto do estúdio R&D Center – e traz como destaque as portas assimétricas e modernas. A entrada do motorista é diferente da do passageiro, que também não tem o mesmo estilo do acesso ao banco de trás. Esta porta, do lado direito do carro, traz maçaneta escondida – para manter a linha de cupê, e recorte ousado. 
Além disso, o fator segurança se tornou um trunfo a seu favor. Afinal, o mais seguro é que o motorista sempre saia do lado da rua e os passageiros, na calçada. 
Na Strada, a entrada sobressalente, com estilo suicida, chegou para ajudar no acesso à cabine, que era bastante complicado. De acordo com a fabricante, com a saída da coluna B (a que fica no meio do seu carro), foi preciso inserir estruturas transversais no teto e no assoalho da picape. 
As mudanças acrescentaram 15 kg ao peso total da Strada. Esse reforço também está presente no Hyundai Veloster, com o objetivo de manter a rigidez torcional da carroceria e a segurança da célula interna em caso de colisão. 
O investimento para modificar a Fiat Strada (incluindo reestilização e terceira porta) foi de R$ 200 milhões, segundo informações da montadora.
PRECURSORA
Antes de qualquer “moda”, ou do tempo dos “papos de designers”, que falam em “linhas fluidas” e “traços que fazem o carro parecer estar andando, mesmo parado”, a Volkswagen lançou a Kombi. Em 1957, o modelo com motor 1.2 de 30 cv foi o primeiro carro com três portas à venda no País. 
Tanto que essa característica deu margem para uma campanha da marca alemã que, em 2011, aproveitando a febre do Veloster, perguntou: “Não é você que acha genial um carro de três portas?”. 
No caso da “Velha Senhora”, havia duas opções de carroceria: com ou sem a terceira coluna. A estrutura do utilitário veterano também tinha concepção simples e os reforços no chassi nunca foram tão sofisticados quanto o dos veículos de três portas mais novos. 
Por essa razão, também é comum notar uma grande deformação da carroceria da Kombi em casos de acidentes frontais e laterais. 
O modelo saiu de linha na semana passada, pois a partir de hoje todos os carros vendidos no Brasil precisam ter de série ABS e air bags. A Kombi não pode receber estes itens.

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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

W.LIMA DESIGN

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JALS EQUIPADORA

FIAT UNO MILLE

Flagra mostra último Mille
Grazie Mille, edição de despedida do carro, terá entre mil e 2 mil unidades
 - Autos Segredos/ReproduçãoO último Fiat Mille foi flagrado já com seu visual final. As imagens, publicadas no site Autos Segredos, mostram o modelo o Grazie Mille, versão de produção limitada que marca o adeus do carro ao mercado brasileiro.
Aos moldes do que foi feito com a veterana Volkswagen Kombi e sua versão Last Edition, o Grazie Mille terá um recheio extra em relação às versões convencionais.Rodas com acabamento exclusivo, logotipos alusivos à versão na carroceria e nos bancos são prováveis itens do modelo.A produção do carro será limitada - espera-se algo entre mil e 2 mil unidades. Ainda não há informações sobre preço do modelo.  

COMPARATIVOS

Nissan Altima encara Ford Fusion

 

Novato feito nos EUA chega ao Brasil para desafiar o veterano trazido do México, que mudou de geração.

 

Fusion tem linhas atuais; desenho do Nissan também agrada - Márcio Fernandes/Estadão
Eles têm porte avantajado, bom espaço interno e motores de 2,5 litros. Há muitas semelhanças entre o recém-lançado Nissan Altima, importado dos Estados Unidos, e o Ford Fusion, cuja nova geração, produzida no México, chegou ao Brasil no ano passado. Por isso, o duelo entre esses sedãs foi equilibrado e o Fusion venceu por ser superior em quesitos como o desempenho e ter seguro mais em conta que o do rival.

A versão bicombustível do Ford tem a tabela mais flexível. Ela parte de R$ 95.900, ante os R$ 99.800 do Altima, mas pode receber teto solar – de série no Nissan – e chegar a R$ 99.900.
Nessa dupla, os motores não se destacam pela eficiência. Com quatro cilindros, o do Altima, que é só a gasolina, gera 182 cv. No Fusion, flexível, são até 175 cv (com etanol). Há opções de 2 litros com potência bem semelhante, como o do Ford Focus. 
Apesar da pequena vantagem do Altima em potência e torque, o Nissan é mais lento que o Fusion. A culpa é do câmbio CVT, de relações continuamente variáveis.


Se por um lado essa caixa deixa a condução mais confortável, em contrapartida faz o modelo sofrer para acelerar forte e, principalmente, retomar velocidade. É preciso elevar muito a rotação do motor, o que acaba resultando em elevação do nível de ruído na cabine. A transmissão do Fusion é bem mais eficiente.

Em compensação, o Nissan leva nota máxima quando o assunto é desempenho da suspensão. Herdada de modelos Infiniti – marca de luxo do grupo japonês –, absorve muito bem os impactos contra pisos irregulares e ajuda a manter o sedã firme em curvas. 
Equipados e requintados
 
Muito parecidas entre si são as listas de equipamentos de Altima e Fusion. O Nissan leva vantagem por ter o moderno sistema Drive Assist, no qual o motorista escolhe as informações que quer ver projetadas no painel de instrumentos – de leitura mais fácil que no Ford.
O recurso inclui aviso de mudança de faixa – oferecido apenas na versão topo de linha do Fusion, que é só a gasolina, tem tração 4x4 e sai a R$ 117.900. O sistema, porém, irrita um pouco, por apitar sempre que o motorista movimenta o volante sem acionar a seta. Há opção de desligá-lo.
O Fusion flexível tem ajustes elétricos para os bancos de motorista e passageiros. No Altima, os comandos são apenas para o do condutor.
Os dois sedãs trazem ar-condicionado com duas zonas de temperatura, bancos de couro, controle eletrônico de estabilidade, air bags frontais, traseiros e laterais e controlador de velocidade de cruzeiro, só para citar os itens mais sofisticados.
Quanto ao espaço interno, são também semelhantes. O Fusion é superior na distância entre os eixos, mas os passageiros do banco de trás do Altima não têm do que reclamar: podem ficar com as pernas bem esparramadas. Em ambos, três viajam com conforto atrás.
A carroceria do Fusion tem desenho mais moderno e sua cabine encanta os olhos, mas o acabamento é equivalente ao do Altima. O destaque do Ford é a tela central sensível ao toque, com comandos para diversas funções do câmbio. Em contrapartida, o sistema multimídia do Nissan é mais intuitivo. Nota do editor: as fotos são da versão Titanium do Fusion. 
1º  - Ford Fusion
Preço sugerido: 95.990
Motor: 2.5, 4 cil., 16V; flexível
Potência: 167 (G)/175 (E) cv a 6.000 rpm
Torque: 23,3 (G)/24,1 (E) mkgf a 4.500 rpm
Câmbio: Automático, 6 marchas
2º  - Nissan Altima
Preço sugerido: 99.800
Motor: 2.5, 4 cil., 16V; flexível
Potência: 182 cv a 6.000 rpm
Torque: 24,9 mkgf a 4.000 rpm
Câmbio: Automático, CVT


Opinião: 

Quer desempenho? Vá de Fusion turbo
A lista de itens de conforto e segurança de Ford Fusion e Nissan Altima é tão extensa que deixa muito sedã alemão morrendo de inveja. O problema é em movimento. Os dois carros são muito chochos.
No panorama de redução de motores para aumentar a eficiência e reduzir o consumo de combustível, chega a ser inaceitável um 2.5 não render, pelo menos, 200 cv. O problema é que esses propulsores não têm tecnologias modernas, como injeção direta de combustível. 
A dica, então, é: gaste um pouco mais e leve um Fusion Titanium. Este, sim, é vigoroso em desempenho. Seu motor 2.0 turbo, com injeção direta de gasolina, gera 240 cv e deixa o motorista com um sorriso no rosto na hora de acelerar e retomar velocidade. Preço? R$ 103.900, ou R$ 4 mil a mais que o Fusion flexível com teto solar. No caso do Altima, a diferença é de R$ 4.100. 

FORD KÁ

 - Ford/Reprodução

FORD KÁ

 - Ford/Reprodução